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Comunidade

O zero2flag nasceu como iniciativa em grupo dentro da cena de segurança ofensiva: ensinar CTF pra quem tava de fora. Sem enrolação, sem palestra motivacional. Sentar, quebrar e capturar a flag.

Com o tempo o grupo mudou, como muda qualquer projeto que dura. Hoje o zero2flag é tocado por uma pessoa só, mas a ideia de origem segue de pé: CTF como porta de entrada na cybersec, com espaço pra quem não costuma ocupar essa mesa — mulheres, pessoas LGBTQIA+, racializadas, qualquer minoria que topar jogar.

evento presencial do zero2flag, projetor exibindo a logo "Zero2Flag Web Edition"

Os encontros presenciais marcaram as primeiras edições. Cada uma com um tema novo, uma técnica nova pra aprender, e aquela mistura caótica de aprender fazendo com gente comemorando quando a flag finalmente sai.

Ana Elizaur no Inven.tiv 2019, plenária sobre comunidades

Quem puxa o projeto hoje é a Ana Catarina Elizaur, analista de segurança ofensiva e mantenedora atual da comunidade. Segue levando o zero2flag pra mais espaços: eventos, palestras e parcerias.

troféu de 3º lugar do CTF do Laboratório de Segurança Cibernética da Febraban, time Inhum@ns

Vieram as competições, os troféus, o reconhecimento. Bom, mas nunca foi o ponto. O ponto sempre foi ver mais gente entrando no terminal, errando comando, lendo writeup, descobrindo que dá conta.

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o que rola hoje

Comunidade técnica ativa, conteúdo sobre segurança ofensiva publicado aberto, serviços de pentest pra quem contrata, e espaço pra quem tá querendo entrar na área ou trocar de carreira. Nada mágico: é estudar, praticar e aparecer.

> status: online
> foco: ctf, pentest, web, redes
> quem entra: minorias em qualquer nível
> custo: zero

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