O zero2flag nasceu como iniciativa em grupo dentro da cena de segurança ofensiva: ensinar CTF pra quem tava de fora. Sem enrolação, sem palestra motivacional. Sentar, quebrar e capturar a flag.
Com o tempo o grupo mudou, como muda qualquer projeto que dura. Hoje o zero2flag é tocado por uma pessoa só, mas a ideia de origem segue de pé: CTF como porta de entrada na cybersec, com espaço pra quem não costuma ocupar essa mesa — mulheres, pessoas LGBTQIA+, racializadas, qualquer minoria que topar jogar.
Os encontros presenciais marcaram as primeiras edições. Cada uma com um tema novo, uma técnica nova pra aprender, e aquela mistura caótica de aprender fazendo com gente comemorando quando a flag finalmente sai.
Quem puxa o projeto hoje é a Ana Catarina Elizaur, analista de segurança ofensiva e mantenedora atual da comunidade. Segue levando o zero2flag pra mais espaços: eventos, palestras e parcerias.
Vieram as competições, os troféus, o reconhecimento. Bom, mas nunca foi o ponto. O ponto sempre foi ver mais gente entrando no terminal, errando comando, lendo writeup, descobrindo que dá conta.
Comunidade técnica ativa, conteúdo sobre segurança ofensiva publicado aberto, serviços de pentest pra quem contrata, e espaço pra quem tá querendo entrar na área ou trocar de carreira. Nada mágico: é estudar, praticar e aparecer.